26 de março de 20263 min de leitura

Escalabilidade na prática: Como a Manhattan Associates processa 1 bilhão de chamadas de API com Google Cloud

Rajkumar Ramani

Google Cloud

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Nota do editor: A Manhattan Associates, líder global em soluções de supply chain e comércio omnichannel, modernizou sua plataforma SaaS, Manhattan Active, migrando de sistemas legados Oracle e DB2 para bancos de dados no Google Cloud. O resultado é a capacidade de processar mais de 1 bilhão de chamadas de API por dia, com latência inferior a 150ms.

Infraestrutura de Banco de Dados

Das raízes monolíticas à resiliência na nuvem

A transição da Manhattan Associates ilustra um movimento estratégico cada vez mais comum no Brasil para empresas que não aceitam mais o "custo da ineficiência" em legados. Manter sistemas como Oracle e DB2 on-premises frequentemente resulta em um overhead operacional desproporcional — desde o licenciamento complexo até a necessidade de intervenções manuais para scaling e manutenção de patches.

Para times de engenharia e lideranças de TI, a escolha pelo Google Cloud não foi apenas uma migração de máquina virtual, mas uma mudança fundamental para um modelo de consumo de serviços gerenciados. Ao adotar Cloud SQL, a organização eliminou a carga de gerenciar disponibilidade e failover, focando na estabilidade garantida por SLAs contratuais.

A arquitetura atual utiliza o Google Kubernetes Engine (GKE) para orquestrar serviços conteinerizados independentes. A integração de fluxos de dados via Pub/Sub para o BigQuery permite real-time analytics, enquanto o ecossistema de Cloud Logging e Cloud Monitoring provê a observability necessária para sustentar a operação global da plataforma. Esse design focado em microsserviços é a base para a agilidade que empresas modernas buscan para evoluir seus produtos.

Construindo resiliência e velocidade em cada transação

Com a base no Google Cloud, a arquitetura da Manhattan Active passou a tratar a complexidade do supply chain como um sistema responsivo. O Cloud SQL serve como backbone para milhões de transações diárias, enquanto o BigQuery entrega insights para detecção de anomalias e previsões. A automação de failover e o uso de réplicas regionais garantem que o downtime não seja um risco para o negócio.

Uma fundação modernizada: do banco de dados à inteligência

A migração resolveu o gargalo de performance e abriu espaço para inovações em IA generativa. O portfólio de Agentic AI da empresa, que inclui agentes de gestão inteligente de armazéns, foi construído sobre essa base gerenciada. Além de ganhos para o cliente, a empresa otimizou sua própria eficiência interna com análise de logs em tempo real e auxílio de código via IA para desenvolvedores.

Velocidade e eficiência na prática

O impacto direto de modernizar o stack de dados é a capacidade de escalar sem o temor de overprovisioning. Com centenas de milhares de eventos de escalabilidade por dia, o sistema se ajusta automaticamente a picos de demanda. Ferramentas como query insights permitem que os engenheiros foquem em performance tuning em vez de troubleshooting extensivo. A resiliência deixou de ser um projeto complexo para se tornar uma funcionalidade nativa da plataforma.

Saiba mais

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  • Confira o relatório da IDC sobre o valor de negócio e redução de custos com a migração para bancos gerenciados.
  • Entenda o case de empresas globais que reduziram custos e complexidade com o Google Cloud.

Artigo originalmente publicado por Rajkumar Ramani, Technical Director, Manhattan Associates em Cloud Blog.

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