18 de março de 20262 min de leitura

Fim do Emissions Impact Dashboard para Azure: Como manter a visibilidade do seu impacto ambiental?

A Microsoft oficializou a descontinuação do Emissions Impact Dashboard para Azure, hospedado via Power BI, com data marcada para 31 de março de 2027. Para empresas brasileiras comprometidas com metas agressivas de ESG (Environmental, Social, and Governance), esta mudança não é apenas uma desativação técnica, mas um ponto de inflexão na forma como reportamos a pegada de carbono da infraestrutura cloud.

A partir da data limite, o dashboard deixará de ser acessível e o suporte técnico será encerrado. Em um cenário onde a transparência sobre o consumo de recursos é parte intrínseca da governança de TI e das auditorias de compliance, a perda de uma ferramenta nativa exige que times de FinOps e sustentabilidade repensem imediatamente a estratégia de coleta e análise de dados sobre o consumo energético de seus workloads em ambientes multi-cloud ou hybrid-cloud.

A recomendação consultiva é clara: não espere o prazo final. A recomendação oficial é que clientes realizem a exportação de todos os seus dados históricos o quanto antes. Para organizações que utilizam essas métricas em relatórios anuais de sustentabilidade, isso significa migrar para APIs ou métodos de monitoramento que garantam a continuidade do tracking de emissões dentro da jornada de Cloud Operations.

Mais do que uma simples migração de ferramenta, este movimento é estratégico. A gestão da infraestrutura moderna deve integrar a eficiência operacional ao impacto ambiental como indicadores de performance. Se a sua empresa depende desse dashboard para reportar emissões, o momento é de avaliar novas formas de automatizar essa extração para manter a integridade dos dados.


Artigo originalmente publicado em Azure Updates - Latest from Azure Charts.

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