No cenário atual de crescentes ameaças cibernéticas, governos e instituições críticas enfrentam ataques cada vez mais sofisticados, potencializados por IA. A infraestrutura governamental, historicamente complexa e protegida por regimes regulatórios rigorosos, exige um suporte que vai muito além de firewalls tradicionais. Recentemente, a IDC reconheceu o Google como líder no relatório IDC MarketScape: U.S. State and Local Government Professional Security Services 2025–2026 Vendor Assessment.
Este posicionamento não é apenas um selo de mercado; ele valida a necessidade urgente de integrar soluções de segurança com a agilidade da nuvem pública. O relatório destaca que a governança exige parceiros capazes de equilibrar a inovação tecnológica com as restrições operacionais e mandatos regulatórios. Para o gestor de TI moderno, essa análise reforça a importância de um ecossistema robusto de Security Operations onde a inteligência de ameaças é consumida de forma nativa e contínua.

SOURCE: “IDC MarketScape: U.S. State and Local Government Professional Security Services 2025–2026 Vendor Assessment” by Ruthbea Yesner, Alison Brooks, Ph.D., Massimiliano Claps, Matthew Leger, Alan Webber, December 2025, IDC #US53891025.
IDC MarketScape vendor analysis model is designed to provide an overview of the competitive fitness of technology and suppliers in a given market. The research methodology utilizes a rigorous scoring methodology based on both qualitative and quantitative criteria that results in a single graphical illustration of each supplier’s position within a given market. The Capabilities score measures supplier product, go-to-market and business execution in the short-term. The Strategy score measures alignment of supplier strategies with customer requirements in a 3-5-year timeframe. Supplier market share is represented by the size of the icons.
Segurança 'Always-on' impulsionada por IA
A integração da Mandiant ao ecossistema do Google Cloud é o diferencial competitivo aqui. Ao injetar o Gemini AI nos fluxos de trabalho dos consultores, a capacidade de realizar a análise de TTPs (Tactics, Techniques, and Procedures) dos atacantes ocorre na velocidade exigida pelo cenário atual, reduzindo drasticamente o tempo médio de resposta (MTTR).
Essa abordagem de ciclo de vida completo de incidentes — que inclui desde o suporte jurídico até a comunicação de crise — demonstra que, para organizações que dependem de tecnologia para crescer, a cibersegurança deve ser tratada como um braço estratégico do negócio, não apenas como um custo operacional.
Resiliência para missões críticas
Casos como os de Fairfax County e da University of Hawaii demonstram que, seja através de serviços de Threat Hunt, Incident Response ou Managed Defense, o valor real está na capacidade da nuvem em unificar inteligência local com escala global. Para empresas brasileiras, a lição é clara: a segurança eficiente depende de uma postura de SecOps que combine automação inteligente com expertise humana capaz de traduzir inteligência de ameaças em decisões táticas de negócio.
Artigo originalmente publicado por Jon FordDirector & Head of Professional Services and Mandiant Consulting, State Local & EducationGoogle Public Sector em Cloud Blog.