Consultoria DevOps para entregar software sem parar a produção.
Kubernetes e containers em produção, infraestrutura como código com Terraform e Ansible e esteiras de CI/CD com deploys sem downtime. Processos manuais viram código que a sua equipe lê, revisa e repete.
Deploy que depende de uma pessoa.
Em muitas equipes, colocar uma versão no ar ainda é um ritual: alguém entra no servidor, roda os comandos na ordem certa e torce. Homologação e produção se afastam aos poucos, e cada ajuste feito à mão vira uma diferença que ninguém registrou.
Com o tempo, a equipe passa a ter receio de publicar. As mudanças se acumulam em versões grandes, cada deploy vira uma janela de risco, e reconstruir um servidor do zero depende da memória de quem o configurou.
O que a frente de DevOps assume
Kubernetes e containers em produção
Aplicações empacotadas em containers e clusters preparados para produção: recursos e limites definidos, atualizações que não derrubam o serviço e upgrades de versão do cluster feitos com planejamento.
Infraestrutura como código com Terraform e Ansible
Redes, máquinas, clusters e permissões descritos em Terraform e configurados com Ansible, tudo versionado. Recriar um ambiente passa a ser executar o código, não reconstituir a memória de alguém.
Esteiras de CI/CD
Cada alteração passa por build, testes e publicação automatizados, com aprovação nos pontos que você escolher, até chegar à produção sem intervenção manual.
Deploys sem downtime
A versão nova entra aos poucos, só recebe tráfego depois de passar nas verificações de saúde, e a anterior fica pronta para voltar se algo der errado.
Acesso seguro aos ambientes
A equipe entra nos seus servidores pelo nuvem.works, com cada sessão registrada, em vez de credenciais compartilhadas espalhadas por chat e planilha.
Como é entregue e o que muda no dia a dia
O que a equipe constrói é código, e código se lê, se revisa e continua funcionando. A automação fica com você, não presa a quem a escreveu.
Tudo versionado
Infraestrutura, configuração e definições das esteiras ficam em repositórios que a sua equipe acessa, com o histórico de quem mudou o quê e por quê.
Mudanças revisadas antes de aplicar
Toda alteração de infraestrutura mostra o que vai mudar antes de ser aplicada e passa por revisão, em vez de ser descoberta depois em produção.
Auditoria SecOps antes de produção
Toda entrega passa pela auditoria de segurança da equipe antes de chegar à produção.
Sessões registradas
Cada acesso da equipe aos seus ambientes fica registrado no nuvem.works: quem entrou, quando e em qual servidor.
Desktops e servidores pelo navegador, pelo app ou pela linha de comando, com cada sessão registrada. É por onde a equipe entra no seu ambiente com segurança.
Perguntas frequentes
O que faz uma consultoria DevOps?
Transforma o caminho entre o código e a produção em processo automatizado: esteiras de CI/CD, infraestrutura como código e orquestração com Kubernetes. Na Nuvem.Online, a mesma equipe constrói a automação e pode operar o ambiente depois.
Precisamos migrar para Kubernetes?
Nem sempre. Kubernetes funciona bem para aplicações com muitos serviços, carga variável e deploys frequentes, mas também tem custo de operação. O diagnóstico diz se ele faz sentido no seu caso; se não fizer, as mesmas práticas de infraestrutura como código e CI/CD valem para containers ou máquinas virtuais.
Vocês trabalham com as ferramentas que já usamos?
Sim. A equipe usa a tecnologia que fizer sentido para o seu caso: se você já tem um repositório de código e uma ferramenta de CI, as esteiras são construídas nelas. Terraform e Ansible são o ponto de partida para a infraestrutura, em qualquer nuvem pública ou privada ou em datacenter próprio.
Como funciona um deploy sem downtime?
A versão nova sobe ao lado da atual e só passa a receber tráfego depois de responder às verificações de saúde. Se algo der errado, a versão anterior continua no ar e a volta sai pela própria esteira. A estratégia de cada aplicação é combinada com você.
Como a equipe acessa os nossos servidores?
Pelo nuvem.works, pelo navegador, pelo app ou pela linha de comando, com cada sessão registrada. Ninguém precisa trocar senha por chat ou guardar credencial em planilha.
Como começa a contratação?
Com uma prova de conceito de 30 dias, sem contrato: a equipe entra no seu ambiente, o diagnóstico sênior sai e as primeiras automações acontecem. Você decide com o resultado na mão.