Fim do Nginx Ingress: qual a alternativa?
O nginx-ingress foi oficialmente descontinuado. Exploramos as melhores alternativas baseadas em benchmarks reais — Istio e Agentgateway.
Exibindo artigos com tag: #Kubernetes
O nginx-ingress foi oficialmente descontinuado. Exploramos as melhores alternativas baseadas em benchmarks reais — Istio e Agentgateway.
A semana fechou fevereiro com um aviso que ninguém vai conseguir ignorar: o Ingress-NGINX foi marcado para descontinuação em março de 2026, e AWS, Azure e CNCF acertaram o relógio para a migração à Gateway API. Em paralelo, o agente de IA saiu da demo e entrou na operação pela porta do MCP — e os modelos novos (Claude 4.6, Gemini 3.1, Nano Banana 2) só reforçaram que IA em produção é, antes de tudo, disciplina de infra.
Foi uma semana de blocos da Microsoft, Oracle e AWS, mas com um fio condutor único: o Model Context Protocol deixou de ser curiosidade e virou a interface padrão pela qual agentes de IA passam a operar a nuvem — do SRE no Databricks à conformidade do Well-Architected. Junto vieram a conta de identidade (Entra ID OBO), de rede (enclaves de agente) e de fundações que ninguém vê (nftables no AKS, governança de API do Kubernetes).
Semana de baixa rotação no calendário, mas com um fio condutor nítido: antes de escalar IA, os provedores estão arrumando a base. Node Readiness Controller chega ao Kubernetes, o Oracle Linux 7 entra em Extended Support com o relógio do cgroup v2 correndo, e AWS e OCI estendem identidade e PKI para fora de uma única região.
Semana curta de começo de ano, mas com um recado pesado: o Ingress NGINX foi marcado para aposentadoria em março, deixando metade dos clusters do mundo sem rota de saída pronta. No mesmo movimento, Gateway API e Cluster API v1.12 amadureceram o caminho de migração, enquanto AWS trouxe a Blackwell para o EC2.
Semana curta de início de ano, mas com três sinais claros: a AWS abriu 2026 empilhando GPU Blackwell e soberania de dados, a OCI ganhou freios nativos de governança (IAM Deny e console de segredos) e dois relógios de fim de vida — Oracle Linux 7 ARM e o licenciamento VMware da Broadcom — começaram a contar para quem opera na nuvem.
Semana curta de retorno, mas com um fio condutor claro: o Kubernetes v1.35 abriu o ano dando granularidade fina a quem opera — scheduling por limiar numérico, storage stateful mutável e segurança no client-side. Do lado dos provedores, o OKE devolveu o controle do networking com o Generic VNIC Attachment e a AWS começou 2026 com Graviton4 e Spot no ECS gerenciado.